sábado, 27 de abril de 2013

“Que nos tornemos seres “malhados”, belos, fortes, sim!
Sabiamente já dizia Vinícius de Moraes (o poetinha):
as feias que me perdoem, mas beleza é fundamental...

Mas que nossa “beleza” evolua: POR FORA e POR DENTRO também!
Porque do que adianta um corpo belo e sem cérebro??
Corta qualquer “tesão”, não concordam??? (Glup!)

Beleza é fundamental.
Mas INTELIGÊNCIA é afrodisíaco.”

domingo, 21 de abril de 2013

AMAR & SER AMADO: eis a questão

Não concordo com essa história de que para se alcançar a felicidade plena, todas as pessoas, necessariamente tem a obrigação de estarem acompanhadas.
Preciso confidenciar que acho uma grande besteira esse dito popular, de que pra se estar “completo”, feliz de verdade, tem que encontrar sua “alma gêmea”! E depois, ainda seguir ao pé da letra, a célebre receita: viveram felizes para sempre. Assim dizia sua avó, não é mesmo?! Rs...
Tenho muitos(as) amigos(as) que são felizes levando suas vidas, de certo modo, solitárias. Não dão conta de repartirem seu dia-a-dia, com alguém. Desejam continuarem sós. E no máximo, terem casos furtivos. O que respeito, e muito.
Mas confesso que não é o meu caso, e talvez não seja o seu. Porém, também acredito que tudo tem sua “horinha certa”: há momentos sim, que devemos guardar pra nós mesmos, exclusivamente. E há momentos em que uma vida a dois também tem as suas delícias.
Lembrando a célebre letra de Roberto e Erasmo, na canção “Costumes”: (...) não pensei que me fizessem falta umas poucas palavras, destas coisas simples que dizemos antes de dormir; de manhã um bom dia na cama, a conversa informal; o beijo, e depois o café, o cigarro e o jornal... . Pois é. Eles estavam, estão e estarão certíssimos! Ao menos, pra mim. E acredito que pra um grande número de pessoas.
Mas também precisamos concordar que 24h por dia, de vida a dois, seria um enorme tédio. Vamos combinar?! Sufocante. E por isso, um viva ao mundo moderno, e às pessoas com vida própria, com planos, etc. Que apesar de se amarem, e de decidirem repartir suas vidas, também mantém as suas individualidades. Não se anulam. Não deixam de ter existência própria em prol do outro.
Apesar de ser incontestável a grande verdade de que para estabelecer-se uma relação real, profunda, concessões sempre são necessárias. Vamos admitir!
Mas que se saliente: o sadio é que elas se dêem, por ambas as partes.
É mais ou menos quando um dos amantes que detesta filmes europeus, ou teatro, por exemplo, e aceita se submeter a uma sessão, simplesmente pra fazer companhia ao outro. E (ao menos) finge-se interessado.
Ou então, quando um dos “enamorados” que odeia, sei lá, vôlei, etc., aceita também acompanhar seu ser amado, abrindo mão de seu egoísmo em troca dos momentos passados juntos. E o pior (ou melhor) ainda, é que acaba torcendo juntinho. Vibrando pelo time, em cada saque.
A coisa acaba tornando-se prazerosa, pelo simples fato de se estar com quem se ama. Com quem se deseja. Mas enfim, ponderação e equilíbrio sempre são muito bem-vindos. E ninguém precisa também torturar-se exaustivamente sempre, só pra ver o outro lado feliz. Principalmente, se não há contrapartidas. Isso não é um bom sinal, pelo que a experiência nos mostra.
Está certo que há pessoas que se realizam justamente com o desprezo alheio: quando amam e não são correspondidas à mesma altura. Outras ainda, se sentem mesmo felizes somente em serem amadas.
De todo modo, exceções à parte, pra mim (e pelo que percebo) pra grande maioria de nós, o caminho é outro. A opção é por uma busca um pouco mais difícil de ser alcançada.
Amar & ser amado: eis o ideal.
Afinal, “um bom encontro, é de dois.”

quarta-feira, 10 de abril de 2013

CAIPIRÍSSIMA DE SOLIDÃO

PARABÉNS.
Estou feliz, por ver que você aprendeu bem direitinho a receita.
Merece um 10!
Primeira regra: mantenha sempre o “CONTROLE” da sua vida, na SUA mão. Não o confie a NINGUÉM! Never!
Segunda (e importantíssima): não se apaixone JAMAIS!
Pra alcançar este” grau”, tem todo aquele caminho que eu já expliquei:
Não pode dormir mais de uma noite com a mesma pessoa; de preferência, não aceite dormir lá depois do sexo. E aí vale qualquer desculpa “esfarrapada” mesmo!!! Fala que tem “geriatra” no outro dia; sua tia-avó vem te visitar; sua iguana não dorme sem você. Qualquer coisa... se a pessoa for “imbecil” mesmo, vai acreditar.
Depois, a outra regra clássica: pra evitar constrangimentos, na despedida, diga que vai ligar... e NUNCA MAIS LIGUE!!
Segundo encontro? De jeito nenhum.
É a porta aberta pra uma relação e isso nós não queremos, né?
Afinal.. 300 bocas por aí pra nós beijarmos. Só um doido pensaria em “algo mais sério” com uma mesma pessoa!!
E ainda mais no “auge” dos seus 20, 30, 40, 50, quantos anos mesmo??? Esqueci.
Lá na frente, quando ficar “mais velho”, você pensa nisso.
OUTRO ALERTA: evite uma amiga/ou amigo próximo demais.
Pode inspirar muito cuidado e também ser a porta aberta pra uma “paixãozinha”.
INTIMIDADE é sempre uma bosta! Não presta.
O quanto mais frio e distante das pessoas, melhor.
Tudo isto é por você! Só pra continuar sendo o “dono exclusivo” de todos os seus momentos. Afinal, quem é mesmo o “centro do Universo”???
O quê?
Sobre essa “SENSAÇÃO DE SOLIDÃO E VAZIO” que você sente ás vezes?
Isso é besteira.
Passa logo.
Nada como um bom filme (sozinho! Rs...), uma caipirinha e uma boa “night”, pra curar.
Ainda não inventaram aspirina pra isto, mas já deve estar a caminho.
Você sente falta de alguém PRA DORMIR ABRAÇADINHO?
Mas eu já não te expliquei que isso sempre dá errado, ora!
Compre um ursinho de pelúcia que é muito melhor.
Depois... você vai perder o “controle”, vai sofrer.
É muito melhor continuar levando essa vida mais ou menos,
FINGINDO estar feliz.
Ao menos não tem riscos. Não “quebra a cara”, não sofre, não chora...
Tá certo que SORRI MENOS.
Mas isto é SÓ UM DETALHE.
Vamos lá.
Pode tratando de colocar aquele sorriso “enferrujado” neste rosto,
Que O MUNDO TEM QUE ACHAR que você é o(a) cara!

segunda-feira, 1 de abril de 2013

"...lembra da história do escreva um livro, plante uma árvore, e tenha um filho?
Pois é: muitos livros acabam empoeirados em prateleiras de bibliotecas e ninguém os lê; árvores são cortadas; filhos crescem e somem no mundo, muitas vezes.
(Parafraseando Martha Medeiros)
PRA SEMPRE mesmo, FICAM OS MOMENTOS que a gente viveu!
Com a família, com os amigos, com o(s) amor(es), com as pessoas “especiais” que a vida nos trouxe de presente...
Aquelas, capazes de fazerem os momentos mais rotineiros, se tornarem mágicos também!
Estas memórias sim, serão ETERNIZADAS.
Conosco.
E com eles.
Que neste novo período, você viva momentos INESQUECÍVEIS.
E escreva mais um capítulo especial, no “best-seller” de sua vida!”

domingo, 3 de março de 2013

Todas as cartas de amor são RIDÍCULAS.
Não seriam ridículas, se não fossem cartas de amor.
Mais ridículas ainda serão, se forem feitas no “Power Point”,
Com uma daquelas “musiquinhas piegas” (tipo Enya, ”hippongas”, de meditação) de fundo.
(Ninguém merece!)

Pra piorar, só se for fundo musical com aquele “grupo peruano de flautas”, que nos passam a impressão de estarem em todas as praças do Brasil. Já perceberam?
Mais "piegas" do que isso, só aquelas imagens com frases de efeito que todos os amantes postam, 24h, no FB, para seus respectivos amados.
Porém, “vamos combinar”: triste mesmo, é quando só contém um “versinho clichê” porcamente copiado do “Google”, e nem uma palavra pessoal do(a) amante. (Putz!)
Ainda se fosse ao menos um trecho de Roberto Carlos, cujas letras são sempre apreciadas pelos amantes. (Rs...)

Mas também EU escrevi em meu tempo, cartas de amor,
como as outras, (tremendamente) ridículas.
E isto inclui todas as modalidades, todos os graus possíveis de “ridicularidade” em cartas.
Até cartas regadas à lágrimas. A perfumes.
Cartas com surpresas dentro.
Até a minha mais poderosa arma secreta, confesso que já usei: a música.
(Confesso q as cartas que escrevi utilizando esse “gênero” foram para pessoas muito especiais. MESMO. E bem poucas. Muito poucas mesmo...)

Acho que quando a gente ama, parece esquecer tudo que aprendeu de estético.
Manda o bem senso pra PQP.
E acaba querendo chamar atenção, a qualquer preço, do ser amado, mesmo se for necessário ficar parecido a um pavão.
Isto, se for amor de verdade. Ou paixão.
Mas afinal, só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor
É que são DIGNOS DE PENA.

(Paulinho Jones)