segunda-feira, 13 de maio de 2013
sábado, 27 de abril de 2013
“Que nos tornemos seres “malhados”, belos, fortes, sim!
Sabiamente já dizia Vinícius de Moraes (o poetinha):
as feias que me perdoem, mas beleza é fundamental...
Mas que nossa “beleza” evolua: POR FORA e POR DENTRO também!
Porque do que adianta um corpo belo e sem cérebro??
Corta qualquer “tesão”, não concordam??? (Glup!)
Beleza é fundamental.
Mas INTELIGÊNCIA é afrodisíaco.”
Sabiamente já dizia Vinícius de Moraes (o poetinha):
as feias que me perdoem, mas beleza é fundamental...
Mas que nossa “beleza” evolua: POR FORA e POR DENTRO também!
Porque do que adianta um corpo belo e sem cérebro??
Corta qualquer “tesão”, não concordam??? (Glup!)
Beleza é fundamental.
Mas INTELIGÊNCIA é afrodisíaco.”
domingo, 21 de abril de 2013
AMAR & SER AMADO: eis a questão
Não concordo com essa história de que para se alcançar a felicidade plena, todas as pessoas, necessariamente tem a obrigação de estarem acompanhadas.
Preciso confidenciar que acho uma grande besteira esse dito popular, de que pra se estar “completo”, feliz de verdade, tem que encontrar sua “alma gêmea”! E depois, ainda seguir ao pé da letra, a célebre receita: viveram felizes para sempre. Assim dizia sua avó, não é mesmo?! Rs...
Tenho muitos(as) amigos(as) que são felizes levando suas vidas, de certo modo, solitárias. Não dão conta de repartirem seu dia-a-dia, com alguém. Desejam continuarem sós. E no máximo, terem casos furtivos. O que respeito, e muito.
Mas confesso que não é o meu caso, e talvez não seja o seu. Porém, também acredito que tudo tem sua “horinha certa”: há momentos sim, que devemos guardar pra nós mesmos, exclusivamente. E há momentos em que uma vida a dois também tem as suas delícias.
Lembrando a célebre letra de Roberto e Erasmo, na canção “Costumes”: (...) não pensei que me fizessem falta umas poucas palavras, destas coisas simples que dizemos antes de dormir; de manhã um bom dia na cama, a conversa informal; o beijo, e depois o café, o cigarro e o jornal... . Pois é. Eles estavam, estão e estarão certíssimos! Ao menos, pra mim. E acredito que pra um grande número de pessoas.
Mas também precisamos concordar que 24h por dia, de vida a dois, seria um enorme tédio. Vamos combinar?! Sufocante. E por isso, um viva ao mundo moderno, e às pessoas com vida própria, com planos, etc. Que apesar de se amarem, e de decidirem repartir suas vidas, também mantém as suas individualidades. Não se anulam. Não deixam de ter existência própria em prol do outro.
Apesar de ser incontestável a grande verdade de que para estabelecer-se uma relação real, profunda, concessões sempre são necessárias. Vamos admitir!
Mas que se saliente: o sadio é que elas se dêem, por ambas as partes.
É mais ou menos quando um dos amantes que detesta filmes europeus, ou teatro, por exemplo, e aceita se submeter a uma sessão, simplesmente pra fazer companhia ao outro. E (ao menos) finge-se interessado.
Ou então, quando um dos “enamorados” que odeia, sei lá, vôlei, etc., aceita também acompanhar seu ser amado, abrindo mão de seu egoísmo em troca dos momentos passados juntos. E o pior (ou melhor) ainda, é que acaba torcendo juntinho. Vibrando pelo time, em cada saque.
A coisa acaba tornando-se prazerosa, pelo simples fato de se estar com quem se ama. Com quem se deseja. Mas enfim, ponderação e equilíbrio sempre são muito bem-vindos. E ninguém precisa também torturar-se exaustivamente sempre, só pra ver o outro lado feliz. Principalmente, se não há contrapartidas. Isso não é um bom sinal, pelo que a experiência nos mostra.
Está certo que há pessoas que se realizam justamente com o desprezo alheio: quando amam e não são correspondidas à mesma altura. Outras ainda, se sentem mesmo felizes somente em serem amadas.
De todo modo, exceções à parte, pra mim (e pelo que percebo) pra grande maioria de nós, o caminho é outro. A opção é por uma busca um pouco mais difícil de ser alcançada.
Amar & ser amado: eis o ideal.
Afinal, “um bom encontro, é de dois.”
Não concordo com essa história de que para se alcançar a felicidade plena, todas as pessoas, necessariamente tem a obrigação de estarem acompanhadas.
Preciso confidenciar que acho uma grande besteira esse dito popular, de que pra se estar “completo”, feliz de verdade, tem que encontrar sua “alma gêmea”! E depois, ainda seguir ao pé da letra, a célebre receita: viveram felizes para sempre. Assim dizia sua avó, não é mesmo?! Rs...
Tenho muitos(as) amigos(as) que são felizes levando suas vidas, de certo modo, solitárias. Não dão conta de repartirem seu dia-a-dia, com alguém. Desejam continuarem sós. E no máximo, terem casos furtivos. O que respeito, e muito.
Mas confesso que não é o meu caso, e talvez não seja o seu. Porém, também acredito que tudo tem sua “horinha certa”: há momentos sim, que devemos guardar pra nós mesmos, exclusivamente. E há momentos em que uma vida a dois também tem as suas delícias.
Lembrando a célebre letra de Roberto e Erasmo, na canção “Costumes”: (...) não pensei que me fizessem falta umas poucas palavras, destas coisas simples que dizemos antes de dormir; de manhã um bom dia na cama, a conversa informal; o beijo, e depois o café, o cigarro e o jornal... . Pois é. Eles estavam, estão e estarão certíssimos! Ao menos, pra mim. E acredito que pra um grande número de pessoas.
Mas também precisamos concordar que 24h por dia, de vida a dois, seria um enorme tédio. Vamos combinar?! Sufocante. E por isso, um viva ao mundo moderno, e às pessoas com vida própria, com planos, etc. Que apesar de se amarem, e de decidirem repartir suas vidas, também mantém as suas individualidades. Não se anulam. Não deixam de ter existência própria em prol do outro.
Apesar de ser incontestável a grande verdade de que para estabelecer-se uma relação real, profunda, concessões sempre são necessárias. Vamos admitir!
Mas que se saliente: o sadio é que elas se dêem, por ambas as partes.
É mais ou menos quando um dos amantes que detesta filmes europeus, ou teatro, por exemplo, e aceita se submeter a uma sessão, simplesmente pra fazer companhia ao outro. E (ao menos) finge-se interessado.
Ou então, quando um dos “enamorados” que odeia, sei lá, vôlei, etc., aceita também acompanhar seu ser amado, abrindo mão de seu egoísmo em troca dos momentos passados juntos. E o pior (ou melhor) ainda, é que acaba torcendo juntinho. Vibrando pelo time, em cada saque.
A coisa acaba tornando-se prazerosa, pelo simples fato de se estar com quem se ama. Com quem se deseja. Mas enfim, ponderação e equilíbrio sempre são muito bem-vindos. E ninguém precisa também torturar-se exaustivamente sempre, só pra ver o outro lado feliz. Principalmente, se não há contrapartidas. Isso não é um bom sinal, pelo que a experiência nos mostra.
Está certo que há pessoas que se realizam justamente com o desprezo alheio: quando amam e não são correspondidas à mesma altura. Outras ainda, se sentem mesmo felizes somente em serem amadas.
De todo modo, exceções à parte, pra mim (e pelo que percebo) pra grande maioria de nós, o caminho é outro. A opção é por uma busca um pouco mais difícil de ser alcançada.
Amar & ser amado: eis o ideal.
Afinal, “um bom encontro, é de dois.”
quarta-feira, 10 de abril de 2013
CAIPIRÍSSIMA DE SOLIDÃO
PARABÉNS.
Estou feliz, por ver que você aprendeu bem direitinho a receita.
Merece um 10!
Primeira regra: mantenha sempre o “CONTROLE” da sua vida, na SUA mão. Não o confie a NINGUÉM! Never!
Segunda (e importantíssima): não se apaixone JAMAIS!
Pra alcançar este” grau”, tem todo aquele caminho que eu já expliquei:
Não pode dormir mais de uma noite com a mesma pessoa; de preferência, não aceite dormir lá depois do sexo. E aí vale qualquer desculpa “esfarrapada” mesmo!!! Fala que tem “geriatra” no outro dia; sua tia-avó vem te visitar; sua iguana não dorme sem você. Qualquer coisa... se a pessoa for “imbecil” mesmo, vai acreditar.
Depois, a outra regra clássica: pra evitar constrangimentos, na despedida, diga que vai ligar... e NUNCA MAIS LIGUE!!
Segundo encontro? De jeito nenhum.
É a porta aberta pra uma relação e isso nós não queremos, né?
Afinal.. 300 bocas por aí pra nós beijarmos. Só um doido pensaria em “algo mais sério” com uma mesma pessoa!!
E ainda mais no “auge” dos seus 20, 30, 40, 50, quantos anos mesmo??? Esqueci.
Lá na frente, quando ficar “mais velho”, você pensa nisso.
OUTRO ALERTA: evite uma amiga/ou amigo próximo demais.
Pode inspirar muito cuidado e também ser a porta aberta pra uma “paixãozinha”.
INTIMIDADE é sempre uma bosta! Não presta.
O quanto mais frio e distante das pessoas, melhor.
Tudo isto é por você! Só pra continuar sendo o “dono exclusivo” de todos os seus momentos. Afinal, quem é mesmo o “centro do Universo”???
O quê?
Sobre essa “SENSAÇÃO DE SOLIDÃO E VAZIO” que você sente ás vezes?
Isso é besteira.
Passa logo.
Nada como um bom filme (sozinho! Rs...), uma caipirinha e uma boa “night”, pra curar.
Ainda não inventaram aspirina pra isto, mas já deve estar a caminho.
Você sente falta de alguém PRA DORMIR ABRAÇADINHO?
Mas eu já não te expliquei que isso sempre dá errado, ora!
Compre um ursinho de pelúcia que é muito melhor.
Depois... você vai perder o “controle”, vai sofrer.
É muito melhor continuar levando essa vida mais ou menos,
FINGINDO estar feliz.
Ao menos não tem riscos. Não “quebra a cara”, não sofre, não chora...
Tá certo que SORRI MENOS.
Mas isto é SÓ UM DETALHE.
Vamos lá.
Pode tratando de colocar aquele sorriso “enferrujado” neste rosto,
Que O MUNDO TEM QUE ACHAR que você é o(a) cara!
Estou feliz, por ver que você aprendeu bem direitinho a receita.
Merece um 10!
Primeira regra: mantenha sempre o “CONTROLE” da sua vida, na SUA mão. Não o confie a NINGUÉM! Never!
Segunda (e importantíssima): não se apaixone JAMAIS!
Pra alcançar este” grau”, tem todo aquele caminho que eu já expliquei:
Não pode dormir mais de uma noite com a mesma pessoa; de preferência, não aceite dormir lá depois do sexo. E aí vale qualquer desculpa “esfarrapada” mesmo!!! Fala que tem “geriatra” no outro dia; sua tia-avó vem te visitar; sua iguana não dorme sem você. Qualquer coisa... se a pessoa for “imbecil” mesmo, vai acreditar.
Depois, a outra regra clássica: pra evitar constrangimentos, na despedida, diga que vai ligar... e NUNCA MAIS LIGUE!!
Segundo encontro? De jeito nenhum.
É a porta aberta pra uma relação e isso nós não queremos, né?
Afinal.. 300 bocas por aí pra nós beijarmos. Só um doido pensaria em “algo mais sério” com uma mesma pessoa!!
E ainda mais no “auge” dos seus 20, 30, 40, 50, quantos anos mesmo??? Esqueci.
Lá na frente, quando ficar “mais velho”, você pensa nisso.
OUTRO ALERTA: evite uma amiga/ou amigo próximo demais.
Pode inspirar muito cuidado e também ser a porta aberta pra uma “paixãozinha”.
INTIMIDADE é sempre uma bosta! Não presta.
O quanto mais frio e distante das pessoas, melhor.
Tudo isto é por você! Só pra continuar sendo o “dono exclusivo” de todos os seus momentos. Afinal, quem é mesmo o “centro do Universo”???
O quê?
Sobre essa “SENSAÇÃO DE SOLIDÃO E VAZIO” que você sente ás vezes?
Isso é besteira.
Passa logo.
Nada como um bom filme (sozinho! Rs...), uma caipirinha e uma boa “night”, pra curar.
Ainda não inventaram aspirina pra isto, mas já deve estar a caminho.
Você sente falta de alguém PRA DORMIR ABRAÇADINHO?
Mas eu já não te expliquei que isso sempre dá errado, ora!
Compre um ursinho de pelúcia que é muito melhor.
Depois... você vai perder o “controle”, vai sofrer.
É muito melhor continuar levando essa vida mais ou menos,
FINGINDO estar feliz.
Ao menos não tem riscos. Não “quebra a cara”, não sofre, não chora...
Tá certo que SORRI MENOS.
Mas isto é SÓ UM DETALHE.
Vamos lá.
Pode tratando de colocar aquele sorriso “enferrujado” neste rosto,
Que O MUNDO TEM QUE ACHAR que você é o(a) cara!
segunda-feira, 1 de abril de 2013
"...lembra da história do escreva um livro, plante uma árvore, e tenha um filho?
Pois é: muitos livros acabam empoeirados em prateleiras de bibliotecas e ninguém os lê; árvores são cortadas; filhos crescem e somem no mundo, muitas vezes.
(Parafraseando Martha Medeiros)
PRA SEMPRE mesmo, FICAM OS MOMENTOS que a gente viveu!
Com a família, com os amigos, com o(s) amor(es), com as pessoas “especiais” que a vida nos trouxe de presente...
Aquelas, capazes de fazerem os momentos mais rotineiros, se tornarem mágicos também!
Estas memórias sim, serão ETERNIZADAS.
Conosco.
E com eles.
Que neste novo período, você viva momentos INESQUECÍVEIS.
E escreva mais um capítulo especial, no “best-seller” de sua vida!”
Pois é: muitos livros acabam empoeirados em prateleiras de bibliotecas e ninguém os lê; árvores são cortadas; filhos crescem e somem no mundo, muitas vezes.
(Parafraseando Martha Medeiros)
PRA SEMPRE mesmo, FICAM OS MOMENTOS que a gente viveu!
Com a família, com os amigos, com o(s) amor(es), com as pessoas “especiais” que a vida nos trouxe de presente...
Aquelas, capazes de fazerem os momentos mais rotineiros, se tornarem mágicos também!
Estas memórias sim, serão ETERNIZADAS.
Conosco.
E com eles.
Que neste novo período, você viva momentos INESQUECÍVEIS.
E escreva mais um capítulo especial, no “best-seller” de sua vida!”
domingo, 3 de março de 2013
Todas as cartas de amor são RIDÍCULAS.
Não seriam ridículas, se não fossem cartas de amor.
Mais ridículas ainda serão, se forem feitas no “Power Point”,
Com uma daquelas “musiquinhas piegas” (tipo Enya, ”hippongas”, de meditação) de fundo.
(Ninguém merece!)
Pra piorar, só se for fundo musical com aquele “grupo peruano de flautas”, que nos passam a impressão de estarem em todas as praças do Brasil. Já perceberam?
Mais "piegas" do que isso, só aquelas imagens com frases de efeito que todos os amantes postam, 24h, no FB, para seus respectivos amados.
Porém, “vamos combinar”: triste mesmo, é quando só contém um “versinho clichê” porcamente copiado do “Google”, e nem uma palavra pessoal do(a) amante. (Putz!)
Ainda se fosse ao menos um trecho de Roberto Carlos, cujas letras são sempre apreciadas pelos amantes. (Rs...)
Mas também EU escrevi em meu tempo, cartas de amor,
como as outras, (tremendamente) ridículas.
E isto inclui todas as modalidades, todos os graus possíveis de “ridicularidade” em cartas.
Até cartas regadas à lágrimas. A perfumes.
Cartas com surpresas dentro.
Até a minha mais poderosa arma secreta, confesso que já usei: a música.
(Confesso q as cartas que escrevi utilizando esse “gênero” foram para pessoas muito especiais. MESMO. E bem poucas. Muito poucas mesmo...)
Acho que quando a gente ama, parece esquecer tudo que aprendeu de estético.
Manda o bem senso pra PQP.
E acaba querendo chamar atenção, a qualquer preço, do ser amado, mesmo se for necessário ficar parecido a um pavão.
Isto, se for amor de verdade. Ou paixão.
Mas afinal, só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor
É que são DIGNOS DE PENA.
(Paulinho Jones)
Não seriam ridículas, se não fossem cartas de amor.
Mais ridículas ainda serão, se forem feitas no “Power Point”,
Com uma daquelas “musiquinhas piegas” (tipo Enya, ”hippongas”, de meditação) de fundo.
(Ninguém merece!)
Pra piorar, só se for fundo musical com aquele “grupo peruano de flautas”, que nos passam a impressão de estarem em todas as praças do Brasil. Já perceberam?
Mais "piegas" do que isso, só aquelas imagens com frases de efeito que todos os amantes postam, 24h, no FB, para seus respectivos amados.
Porém, “vamos combinar”: triste mesmo, é quando só contém um “versinho clichê” porcamente copiado do “Google”, e nem uma palavra pessoal do(a) amante. (Putz!)
Ainda se fosse ao menos um trecho de Roberto Carlos, cujas letras são sempre apreciadas pelos amantes. (Rs...)
Mas também EU escrevi em meu tempo, cartas de amor,
como as outras, (tremendamente) ridículas.
E isto inclui todas as modalidades, todos os graus possíveis de “ridicularidade” em cartas.
Até cartas regadas à lágrimas. A perfumes.
Cartas com surpresas dentro.
Até a minha mais poderosa arma secreta, confesso que já usei: a música.
(Confesso q as cartas que escrevi utilizando esse “gênero” foram para pessoas muito especiais. MESMO. E bem poucas. Muito poucas mesmo...)
Acho que quando a gente ama, parece esquecer tudo que aprendeu de estético.
Manda o bem senso pra PQP.
E acaba querendo chamar atenção, a qualquer preço, do ser amado, mesmo se for necessário ficar parecido a um pavão.
Isto, se for amor de verdade. Ou paixão.
Mas afinal, só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor
É que são DIGNOS DE PENA.
(Paulinho Jones)
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
MSGM "In box"

MSGM “In box”
Não entendo
Eu juro que não entendo
Nem sei se esse sentimento foi feito mesmo pra ser... compreendido.
Pra ser... domesticado.
Eu só sei de uma ânsia que me invade ao te ver.
De um calor...
Parece uma doença que me atinge e só você tem a cura.
E olha... que cura! (Rs.)
Eu, no fundo, já nem sei se quero mais ser “curado”.
Eu quero é me arder em você!
Aaaa.. e sabe aqueles??
Aqueles que falam de “nós”.
Aqueles que vasculham a nossa caixa de mensagens a procura de indícios.
Aqueles coitados, dignos de pena.
Pra mim, eles são as verdadeiras “pessoas da sala de jantar”.
Não conheceram sequer o jardim, o quintal, a sala... o quarto... a cama (Rs!).
São meros expectadores da vida e EU,
EU nasci pra encarar a vida de frente.
De cabeça erguida.
Sentindo “a dor e a delícia” de cada momento.
Sentindo “a dor e a delícia” de ser o que se é.
Enxugando uma lágrima que cair depois de levar uma porrada da vida...
E me RE-fazendo em um beijo SEU.
(Paulinho Jones)
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Estava em minha mesa de estudos, rodeado pelo direito e pelas leis naquele dia, quando fui abruptamente surpreendido por um quadro inesperado.
Um pé de cajamanga meio presunçoso, vira pra uma frondosa mangueira do quintal e começa a debochar:
- Coitada de você! Não tem espinhos, proteção alguma: mal gera seus frutos e já se torna uma vítima.
Catam seus frutos e deixam você nua! Kkkkkk.....
Também, com esses frutos tão doces que você produz!
Se ainda fizesse como eu, que me encho de espinhos. E trato logo de colocar uma pitada de “azedume” em meus frutos.
Assim só uns poucos corajosos, “metidos à besta”, mexem comigo.
Você é uma boba! Kkkkkk.....
A mangueira, silenciosa, introspectiva, espera o cajamanga desembuchar suas convicções, e sabiamente o retruca:
- Meu caro, pelo visto você ainda não aprendeu nada nessa vida, né?
Não entendeu que tudo é um ciclo.
Realmente eu não tenho espinhos. Meus galhos facilitam a colheita dos meus frutos, que são sim, muito aprazíveis. Apetitosos. Sacio a fome de muitos, de fato.
Mas os frutos guardam dentro de si as minhas sementes. Muito bem protegidas por sinal.
E por onde os “apreciadores” de minhas mangas passam, deixam pra trás “os caroços”: as minhas filhinhas-sementes.
E você cajamanga, que se acha muito esperto, com todas as suas proteções, com seus espinhos, e coisa e tal, já percebeu quantas mangueiras existem nesse mundo?
E cajamangas? Alguém aí já ouviu falar?
Gentileza gera gentileza.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Medo de NÃO-AMAR
Tenho medo.
De embrutecer.
De nunca mais conseguir ter aquele brilho no olhar, sabe?
De quando a gente olha pra pessoa e se permite acreditar...
Que se está diante da “pessoa da sua vida” (mesmo que somente por uns minutos).
Mesmo sabendo que contos-de-fada... são contos-de-fada.
Princesas, sapos, príncipes e cavalos brancos: só nas histórias infantis.
Mas mesmo assim, encarando a realidade de frente, lá no fundo dos olhos, há um brilhinho persistente que insiste em permanecer aqui.
Pois é.
Tenho um puta medo que ele suma.
Tenho medo de me tornar uma daquelas pessoas que acham que sempre 2+2 = 4.
E se surpreendem quando vêem no “jardim ao lado”, outro resultado para esta soma.
Mas no fim, acabam aceitando simplesmente “passar” pela vida.
Encaram como uma mera sucessão de dias. De obrigações, tarefas, afazeres.
E se esquecem de viver. De existir.
O amor passa a ser visto como uma coisinha desnecessária. Inútil.
Uma “besteira” inalcançável, intangível, surreal.
Que só os sonhadores e românticos insistem em alimentar.
Em perseguir.
(Paulinho Jones)
De embrutecer.
De nunca mais conseguir ter aquele brilho no olhar, sabe?
De quando a gente olha pra pessoa e se permite acreditar...
Que se está diante da “pessoa da sua vida” (mesmo que somente por uns minutos).
Mesmo sabendo que contos-de-fada... são contos-de-fada.
Princesas, sapos, príncipes e cavalos brancos: só nas histórias infantis.
Mas mesmo assim, encarando a realidade de frente, lá no fundo dos olhos, há um brilhinho persistente que insiste em permanecer aqui.
Pois é.
Tenho um puta medo que ele suma.
Tenho medo de me tornar uma daquelas pessoas que acham que sempre 2+2 = 4.
E se surpreendem quando vêem no “jardim ao lado”, outro resultado para esta soma.
Mas no fim, acabam aceitando simplesmente “passar” pela vida.
Encaram como uma mera sucessão de dias. De obrigações, tarefas, afazeres.
E se esquecem de viver. De existir.
O amor passa a ser visto como uma coisinha desnecessária. Inútil.
Uma “besteira” inalcançável, intangível, surreal.
Que só os sonhadores e românticos insistem em alimentar.
Em perseguir.
(Paulinho Jones)
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Como é difícil ser "gente grande"
Acordei sincero.
Comigo mesmo, o que chega a ser pior.
Deixei de lado toda aquela “força”,
que há um tempo eu vinha me “forçando” em ter.
Ou melhor, em tentar ter. Em demonstrar.
E chorei...
Que nem criança quando cai de bicicleta. Já viu?
A vantagem é que após as lágrimas,
Uma criança sempre ganha um beijinho no “dodói”, de alguém querido.
E só isto, às vezes, já vale a queda. Já a recompensa.
Ameniza.
Dá força, pra levantar e seguir a jornada.
Quando a gente cresce, e aprende a levar calado, as “porradas” da vida,
Tudo isto acaba.
É triste.
Nada mais de beijos e afagos extemporâneos.
Como é difícil, ser “gente grande”...
(Paulinho Jones)
Comigo mesmo, o que chega a ser pior.
Deixei de lado toda aquela “força”,
que há um tempo eu vinha me “forçando” em ter.
Ou melhor, em tentar ter. Em demonstrar.
E chorei...
Que nem criança quando cai de bicicleta. Já viu?
A vantagem é que após as lágrimas,
Uma criança sempre ganha um beijinho no “dodói”, de alguém querido.
E só isto, às vezes, já vale a queda. Já a recompensa.
Ameniza.
Dá força, pra levantar e seguir a jornada.
Quando a gente cresce, e aprende a levar calado, as “porradas” da vida,
Tudo isto acaba.
É triste.
Nada mais de beijos e afagos extemporâneos.
Como é difícil, ser “gente grande”...
(Paulinho Jones)
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Por que a gente é assim?
Simples: porque eu sou assim mesmo.
E preciso me aceitar do jeito que sou.
Eu preciso sim de alguém pra dividir a cama.
A conchinha.
O edredon.
Quero alguém pra dividir o “bom dia.”
E também depois de tudo, o “como foi o seu dia?”.
Alguém pra dividir o café.
“Piegas”, né? Mas fazer o quê, se é a verdade.
Nua e crua. Ou crua e nua, como queira...
Não pra ser a “metade da minha laranja” (Rs!)
Acho isso ridículo.
Sou um ser em evolução. Pleno, completo, com defeitos e qualidades de fábrica.
Mas com a minha individualidade, que tanto prezo, também.
E espero alguém, de certo modo, também completo.
Nada dessa história de “metade”! Ecaaaaa!
Quero você, com vida própria.
Pra em silêncio, comunicando-se somente com os olhares, tolerar, às vezes, meu mau-humor matinal. E eu, o seu.
Pra deixar no “seu” lado do colchão, a sua marca.
No formato do seu corpo.
Pra “me emprestar um par de meias”, quando as minhas estão todas sujas.
Alguém pra vez em quando, me motivar em levantar e preparar de surpresa, um café na cama.
Alguém também pra eu roubar um cafuné.
(Daqueles que você sabe que gosto: sem pressa...)
Prometo retribuir!
Alguém também, pra vez em quando, me jogar na parede.
E aceitar também, em meus dias “calientes”... deixar-se surpreender... e receber o troco: na parede.
Alguém pra de vez em quando topar “fugir do mundo” comigo!
Celulares e net OFF Line... um fds inteiro no apartamento.
Ou numa ilha em Angra.
Ou no Sítio.
Ou na P@P...
Pra com-partilhar... nossos livros, seriados e filmes prediletos.
Pra no meio da madrugada, preparar um lanchinho.
E também, pra juntos, fazermos planos.
Simples.
Uma casinha branca, com rede na varanda.
Cachorrinhos. Gatinhos. E é claro, filhinhos.
Mas também alguém pra lembrar, vez em SEMPRE,
Que sexo é bom!
Mas cumplicidade e intimidade, TAMBÉM. E muito!
E é justamente porque eu sou assim
Que ainda espero por isso.
Mas enquanto as pedras não rolam... vamos vivendo.
Um dia de cada vez.
(Paulinho Jones)
E preciso me aceitar do jeito que sou.
Eu preciso sim de alguém pra dividir a cama.
A conchinha.
O edredon.
Quero alguém pra dividir o “bom dia.”
E também depois de tudo, o “como foi o seu dia?”.
Alguém pra dividir o café.
“Piegas”, né? Mas fazer o quê, se é a verdade.
Nua e crua. Ou crua e nua, como queira...
Não pra ser a “metade da minha laranja” (Rs!)
Acho isso ridículo.
Sou um ser em evolução. Pleno, completo, com defeitos e qualidades de fábrica.
Mas com a minha individualidade, que tanto prezo, também.
E espero alguém, de certo modo, também completo.
Nada dessa história de “metade”! Ecaaaaa!
Quero você, com vida própria.
Pra em silêncio, comunicando-se somente com os olhares, tolerar, às vezes, meu mau-humor matinal. E eu, o seu.
Pra deixar no “seu” lado do colchão, a sua marca.
No formato do seu corpo.
Pra “me emprestar um par de meias”, quando as minhas estão todas sujas.
Alguém pra vez em quando, me motivar em levantar e preparar de surpresa, um café na cama.
Alguém também pra eu roubar um cafuné.
(Daqueles que você sabe que gosto: sem pressa...)
Prometo retribuir!
Alguém também, pra vez em quando, me jogar na parede.
E aceitar também, em meus dias “calientes”... deixar-se surpreender... e receber o troco: na parede.
Alguém pra de vez em quando topar “fugir do mundo” comigo!
Celulares e net OFF Line... um fds inteiro no apartamento.
Ou numa ilha em Angra.
Ou no Sítio.
Ou na P@P...
Pra com-partilhar... nossos livros, seriados e filmes prediletos.
Pra no meio da madrugada, preparar um lanchinho.
E também, pra juntos, fazermos planos.
Simples.
Uma casinha branca, com rede na varanda.
Cachorrinhos. Gatinhos. E é claro, filhinhos.
Mas também alguém pra lembrar, vez em SEMPRE,
Que sexo é bom!
Mas cumplicidade e intimidade, TAMBÉM. E muito!
E é justamente porque eu sou assim
Que ainda espero por isso.
Mas enquanto as pedras não rolam... vamos vivendo.
Um dia de cada vez.
(Paulinho Jones)
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
A PAUSA ENTRE AS CANÇÕES
Estava ouvindo a “nossa” canção um dia desses.
E me peguei imaginando que a qualquer momento você entraria em casa
Enquanto eu estaria preparando um jantar especial
Daqueles que gosto
Regado a um bom vinho e boa música.
“Toc-toc-toc !“
Quem será?
A.. é a chata da realidade que bate à porta.
E me ajuda a lembrar que (muitas vezes) o “pra sempre, sempre acaba”.
Exatamente como dizia a canção.
Mas eu continuo o mesmo bobo.
Convicto de que um dia, ainda terei “UM PRA SEMPRE... PRA SEMPRE”.
Mas você bem que podia ao menos ligar.
Gosto de receber notícias e acho a maior imbecilidade de todas
Duas pessoas que partilharam a vida por um tempo,
Se fingirem desconhecidas, estranhas, no outro.
- Como vai, o que tem feito?
Com certeza eu daria um jeito de disfarçar: pra “não dar nenhuma bandeira”.
(Nada de “novelas mexicanas” nessa hora... please!)
“Pra FINGIR que tá tudo certo.
E a minha vida continua da mesma maneira.”
Afinal, já sou bem grandinho.
E sei que as “FLORES DE PLÁSTICO... NÃO VIVEM.”
(Paulinho Jones)
domingo, 20 de janeiro de 2013
A "1a vez"
Certo dia, me dei conta que dificilmente gosto de alguma coisa, logo de cara. Ou mesmo, faço bem-feito. As “primeiras vezes” pra mim, sempre são complexas. Resolvi até investigar com alguns amigos, e acabei por chegar numa conclusão meio fatalística: o fenômeno não acontece só comigo, mas com a grande maioria.
Por exemplo, primeiro dia na escola: pior, impossível!! O 2º. muito bom... o 3º. Excelente. Será que é aí que tem início este processo?? Será uma espécie de trauma?? Rs.. Acho que não.
Meu primeiro show: nem me fale. Fiquei mudo. Minha voz sumiu no meio de uma das primeiras canções, como se eu estivesse rouco. E isto, depois de ensaiar 300 vezes, e ter corrido tudo bem. Ao final do show, a voz volta. Normal, como se nada tivesse acontecido. Mas felizmente outros vieram... E olha que nesta época eu só bebia água durante as apresentações. Os destilados (e a cachaça) vieram beeeeeem depois.
E a primeira vez, dirigindo: quem não fez nenhuma “lambança”, que levante a mão???
Primeiro dia no trabalho: acho que este é um pensamento universal – quem não acha uma droga??? Meu Deus! Chefe novo. Tarefas novas. Novos horários. “Stress” total! Tenho que concordar que esta sensação de o trabalho ser uma “droga”, pra muitos, ainda persiste por um tempo. Porém, mais amena, mais tolerável. Entretanto pra outros, não passa nunca. E neste caso, eu aconselho a você “meu amigo, minha amiga”, do fundo do meu coração, que redija um singelo pedido de demissão. Rs...
E o primeiro “porre”????? Putz... Horrívellllll! Se o coitado não tiver um(a) bom(ao) amigo(a) ao lado, tá arriscado rolar “striptease” público, sessão de “pole dance” no próprio balcão do bar, e talvez acordar em cama alheia de uma pessoa desconhecida. Ainda com direito a um brinde “surpresa”: a ressaca do dia seguinte.
Partindo pra outro campo. (Meu) Primeiro beijo: notaaaaa.... 0,5. Não conseguia rolar um encaixe, sabe?? Tá certo: tem que levar em conta o frio na barriga, e coisa e tal. Fiquei feliz que depois nós repetimos a dose. Várias, e várias, e várias vezes... e as coisas mudaram. Bastante.
E a tal da primeira (ou das primeiras)... “transa(s)”??? O que me dizem??? Quase sempre “medianas”, né?! Vamos admitir! Se compararmos com o que vem depois... as 2ªs, 3ªs... Durante os ensaios, tudo sempre dá certo. E olha que eu sempre “ensaio” bastante, admito.(Rs!) Mas particularmente, hoje, eu odeio fazer as coisas com pressa! Adoro percorrer todo o corpo. Os pontos estratégicos. Mapear cada centímetro, pra conferir, de fato, quais são as “zonas erógenas” da pessoa. Sim, porque cada um é cada um.
ODEIO estas revistas que vem com receitas do tipo: para satisfazer seu(ua) parceiro(a) na cama. Parece mais uma receita de bolo, não acham? Se esquecem que gente é gente. Cada ser, cada corpo é único, com suas próprias características. Já estive com pessoas que adoram lambidas na orelha, e outras que odeiam. Gente que gosta de um tapinha na cara, no bumbum; outras pessoas (não menos interessantes), detestam. Umas que adoram “roçada de barba na nuca”. Outras sentem cócegas. Enfim... dá pra numa primeira noite, decifrar tudo isto? Vamos concordar também que esse início tem um certo “suspense”, uma sensação de novidade que é bacana. Mas intimidade, cumplicidade (na cama e na vida), são coisas que são construídas.
Partindo para um lado menos lascivo: e o primeiro amor? Quem achou fácil levante tudo que tem direito!! Rs... Sempre é complicado. Tem a questão da imaturidade. Hormônios (e espinhas!) à flor da pele. Rrrrrr.... Tá certo, que existem amores que acontecem de cara. Já provei deste sabor também. Mas vamos “combinar”, que sempre “o depois”, é muito melhor?!
O que nos (me) salva, e que faz a gente prosseguir, é a certeza, que sempre (quando há maturidade e oportunidade), teremos outras 2as... 3as... 4as... vezes... e a gente vai melhorando, acertando, aprimorando as “técnicas”. Eu hoje, por exemplo, dirijo tão bem. :)
A, mais um detalhe: (voltando ao lado “caliente” – eu sigo a regra das “máquinas de cartão de crédito”: depois da 3ª. se não rolar, EU BLOQUEIO! Isto mesmo: não perca seu tempo depois da 3ª. “tentativa”, porque nem tudo é pra ser mesmo. E química é f@d&!!) Entretanto, mais de uma chance, todo mundo merece.
Já tive 1ªs péssimas! Seguidas por 2ªs e 3ªs... INESQUECÍVEIS!
Os(As) apressadinhos(as) que me perdoem, mas pra mim, enfim... “a 2ª” é sempre melhor!
(Paulinho Jones)
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