quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

"... Eu te avisei pra não chegar tão perto
Que a brincadeira podia dar certo demais..."

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

MSGM "In box"



MSGM “In box”

Não entendo
Eu juro que não entendo
Nem sei se esse sentimento foi feito mesmo pra ser... compreendido.
Pra ser... domesticado.
Eu só sei de uma ânsia que me invade ao te ver.
De um calor...
Parece uma doença que me atinge e só você tem a cura.
E olha... que cura! (Rs.)
Eu, no fundo, já nem sei se quero mais ser “curado”.
Eu quero é me arder em você!
Aaaa.. e sabe aqueles??
Aqueles que falam de “nós”.
Aqueles que vasculham a nossa caixa de mensagens a procura de indícios.
Aqueles coitados, dignos de pena.
Pra mim, eles são as verdadeiras “pessoas da sala de jantar”.
Não conheceram sequer o jardim, o quintal, a sala... o quarto... a cama (Rs!).
São meros expectadores da vida e EU,
EU nasci pra encarar a vida de frente.
De cabeça erguida.
Sentindo “a dor e a delícia” de cada momento.
Sentindo “a dor e a delícia” de ser o que se é.
Enxugando uma lágrima que cair depois de levar uma porrada da vida...
E me RE-fazendo em um beijo SEU.

(Paulinho Jones)

domingo, 24 de fevereiro de 2013



Estava em minha mesa de estudos, rodeado pelo direito e pelas leis naquele dia, quando fui abruptamente surpreendido por um quadro inesperado.

Um pé de cajamanga meio presunçoso, vira pra uma frondosa mangueira do quintal e começa a debochar:
- Coitada de você! Não tem espinhos, proteção alguma: mal gera seus frutos e já se torna uma vítima.
Catam seus frutos e deixam você nua! Kkkkkk.....
Também, com esses frutos tão doces que você produz!
Se ainda fizesse como eu, que me encho de espinhos. E trato logo de colocar uma pitada de “azedume” em meus frutos.
Assim só uns poucos corajosos, “metidos à besta”, mexem comigo.
Você é uma boba! Kkkkkk.....

A mangueira, silenciosa, introspectiva, espera o cajamanga desembuchar suas convicções, e sabiamente o retruca:
- Meu caro, pelo visto você ainda não aprendeu nada nessa vida, né?
Não entendeu que tudo é um ciclo.
Realmente eu não tenho espinhos. Meus galhos facilitam a colheita dos meus frutos, que são sim, muito aprazíveis. Apetitosos. Sacio a fome de muitos, de fato.
Mas os frutos guardam dentro de si as minhas sementes. Muito bem protegidas por sinal.
E por onde os “apreciadores” de minhas mangas passam, deixam pra trás “os caroços”: as minhas filhinhas-sementes.

E você cajamanga, que se acha muito esperto, com todas as suas proteções, com seus espinhos, e coisa e tal, já percebeu quantas mangueiras existem nesse mundo?

E cajamangas? Alguém aí já ouviu falar?

Gentileza gera gentileza.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Medo de NÃO-AMAR

Tenho medo.
De embrutecer.
De nunca mais conseguir ter aquele brilho no olhar, sabe?
De quando a gente olha pra pessoa e se permite acreditar...
Que se está diante da “pessoa da sua vida” (mesmo que somente por uns minutos).
Mesmo sabendo que contos-de-fada... são contos-de-fada.
Princesas, sapos, príncipes e cavalos brancos: só nas histórias infantis.
Mas mesmo assim, encarando a realidade de frente, lá no fundo dos olhos, há um brilhinho persistente que insiste em permanecer aqui.
Pois é.
Tenho um puta medo que ele suma.
Tenho medo de me tornar uma daquelas pessoas que acham que sempre 2+2 = 4.
E se surpreendem quando vêem no “jardim ao lado”, outro resultado para esta soma.
Mas no fim, acabam aceitando simplesmente “passar” pela vida.
Encaram como uma mera sucessão de dias. De obrigações, tarefas, afazeres.
E se esquecem de viver. De existir.
O amor passa a ser visto como uma coisinha desnecessária. Inútil.
Uma “besteira” inalcançável, intangível, surreal.
Que só os sonhadores e românticos insistem em alimentar.
Em perseguir.

(Paulinho Jones)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Como é difícil ser "gente grande"

Acordei sincero.
Comigo mesmo, o que chega a ser pior.
Deixei de lado toda aquela “força”,
que há um tempo eu vinha me “forçando” em ter.
Ou melhor, em tentar ter. Em demonstrar.
E chorei...
Que nem criança quando cai de bicicleta. Já viu?
A vantagem é que após as lágrimas,
Uma criança sempre ganha um beijinho no “dodói”, de alguém querido.
E só isto, às vezes, já vale a queda. Já a recompensa.
Ameniza.
Dá força, pra levantar e seguir a jornada.
Quando a gente cresce, e aprende a levar calado, as “porradas” da vida,
Tudo isto acaba.
É triste.
Nada mais de beijos e afagos extemporâneos.
Como é difícil, ser “gente grande”...

(Paulinho Jones)

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Por que a gente é assim?

Simples: porque eu sou assim mesmo.
E preciso me aceitar do jeito que sou.
Eu preciso sim de alguém pra dividir a cama.
A conchinha.
O edredon.
Quero alguém pra dividir o “bom dia.”
E também depois de tudo, o “como foi o seu dia?”.
Alguém pra dividir o café.
“Piegas”, né? Mas fazer o quê, se é a verdade.
Nua e crua. Ou crua e nua, como queira...
Não pra ser a “metade da minha laranja” (Rs!)
Acho isso ridículo.
Sou um ser em evolução. Pleno, completo, com defeitos e qualidades de fábrica.
Mas com a minha individualidade, que tanto prezo, também.
E espero alguém, de certo modo, também completo.
Nada dessa história de “metade”! Ecaaaaa!
Quero você, com vida própria.
Pra em silêncio, comunicando-se somente com os olhares, tolerar, às vezes, meu mau-humor matinal. E eu, o seu.
Pra deixar no “seu” lado do colchão, a sua marca.
No formato do seu corpo.
Pra “me emprestar um par de meias”, quando as minhas estão todas sujas.
Alguém pra vez em quando, me motivar em levantar e preparar de surpresa, um café na cama.
Alguém também pra eu roubar um cafuné.
(Daqueles que você sabe que gosto: sem pressa...)
Prometo retribuir!
Alguém também, pra vez em quando, me jogar na parede.
E aceitar também, em meus dias “calientes”... deixar-se surpreender... e receber o troco: na parede.
Alguém pra de vez em quando topar “fugir do mundo” comigo!
Celulares e net OFF Line... um fds inteiro no apartamento.
Ou numa ilha em Angra.
Ou no Sítio.
Ou na P@P...
Pra com-partilhar... nossos livros, seriados e filmes prediletos.
Pra no meio da madrugada, preparar um lanchinho.
E também, pra juntos, fazermos planos.
Simples.
Uma casinha branca, com rede na varanda.
Cachorrinhos. Gatinhos. E é claro, filhinhos.
Mas também alguém pra lembrar, vez em SEMPRE,
Que sexo é bom!
Mas cumplicidade e intimidade, TAMBÉM. E muito!
E é justamente porque eu sou assim
Que ainda espero por isso.
Mas enquanto as pedras não rolam... vamos vivendo.
Um dia de cada vez.

(Paulinho Jones)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

"E o tempo?
O tempo não cura nada.
Não é "mercúrio cromo"...
apenas desloca o incurável do centro das atenções."