quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

A PAUSA ENTRE AS CANÇÕES


Estava ouvindo a “nossa” canção um dia desses.
E me peguei imaginando que a qualquer momento você entraria em casa
Enquanto eu estaria preparando um jantar especial
Daqueles que gosto
Regado a um bom vinho e boa música.

“Toc-toc-toc !“
Quem será?
A.. é a chata da realidade que bate à porta.
E me ajuda a lembrar que (muitas vezes) o “pra sempre, sempre acaba”.
Exatamente como dizia a canção.
Mas eu continuo o mesmo bobo.
Convicto de que um dia, ainda terei “UM PRA SEMPRE... PRA SEMPRE”.

Mas você bem que podia ao menos ligar.
Gosto de receber notícias e acho a maior imbecilidade de todas
Duas pessoas que partilharam a vida por um tempo,
Se fingirem desconhecidas, estranhas, no outro.

- Como vai, o que tem feito?
Com certeza eu daria um jeito de disfarçar: pra “não dar nenhuma bandeira”.
(Nada de “novelas mexicanas” nessa hora... please!)
“Pra FINGIR que tá tudo certo.
E a minha vida continua da mesma maneira.”
Afinal, já sou bem grandinho.
E sei que as “FLORES DE PLÁSTICO... NÃO VIVEM.”

(Paulinho Jones)

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